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quinta-feira, 22 de março de 2012

"Greve Geral"


O meu blog está de alma e coração com ela!!!

segunda-feira, 23 de maio de 2011



Tive a sorte de, em criança, quando as mães mandavam os merninos como eu [quando podiam! Quando era possível] mandá-los jogar à bola para a rua, tendo especial cuidado com o polícia porque carros mesmo a dois passos da Almirante Reis e da Baixa eram tipo rua do-lá-vem-um; nessa fase da vida em que se jogava à biola na rua, que era das pessoas e não dos carros, com as pessoas a enfeitar, como hoje tive a sorte, dizia, de ter uma família onde a leilitura era uma prátiica e um prazer diários. Tive especialmente a fortuna de ter um tio, irmão da minha mãe, formado em Germânicas que foi o meu modelo, desde o curso e da profissão [professor de Inglês, algo que, por causa disso, sempre quis ser e nunca tive dúvidas de que viria a sê-lo!] à propriedade de uma biblioteca [que, desde a juventude tenho vindo a constituir eu próprio] onde se encafuava para ler, obviamente, e ouvir ópera.
Era um tio que me emprestava livros--aqueles que eu próprio não tinha dinheiro para adquirir: Eça, Camilo, o descafeinado "Júluio Dinis, , Junqueiro [quanto eu gostava do Junqueiro e dios seus truculentos arroubos iconoclastas que tanto me marcaram pela vida fora!] Soares de Passos cujo "Noivado do Sepulcro, a minha avó cantava, com uma melodia suturna a condizer com o conteúdo do próprio poema! Mas entre os livros emprestados figuravam tambném uns deliciosoamente arcaicos "Almanaques Betrand" pelos quais, devo dizer, se formou, por sua vez, o meu gosto em matéria de humor. Havia lá cavalheiros de casaca, senhoras de vestido até aos pés et al gente estranha que contava ou simplesmente protagonizava "estórias" fabulosamente divertidas, algumas das quais pela sua natureza 'picante' me escapavam mas que, ainda assim, me deslumbravam. E falo em sentido literal, ham?! Havia uma, então, que nunca mais esqueci e que me acode mesmo regularmente ao espírito desde que fomos todos, como país, amaldiçoados com uma praga chamada "socialismo democrático" ou "de rostio humano", como dizia "o outro" [o que nos meteu nesta imensa e dispensável alhada de uma "europa" onde nunca passámos da 2ª divisão ou "liga dos últimos"]. Era o caso de um pobrezinho, criança ainda, pernitas escanzeladas enfiadas em calções rasgados como saído de um desenho do Stuart ou de um romance do Dickens [que também li, na altura] que dizia a um familiar: "Pai! Carne assada é tão bom!!" E o outro, tipo famélico de operário da Revolução Industrial inglesa [muitas destas anedotas eram extraídas do velho "Punch", se bem me lembro...] intrigado: "Por quê, filho? Já comeste?" "Não!" respondia com triunfal , típica , infantil candura o inocente, "mas já vi comer!" Recordo-me sempre da imagem de patética miséria doas bonecoas do "Bertrand" e da frase que podia ser irónica e sarcástica mas que, na circunstância, era apenas inocente, quando me falam de "europas", "efe-éme-is" e das lorpas "socratices" que se sucederam, nessa matéria às não menos lorpas "soarices" de outros tempo. "A Europa é tão bom!" "Por quê? Vocês, portugueses, fazem parte dela?" Não! Mas já vimos fazer!"
Pergunto eu: Querem melhor retrato da saloíce nacional na sua versão-largo do Rato, para nosso mal, ainda em vigor?




[Imagem extraída com a devida vénia de history-dot-powys-dot-org-dot-uk]



Reblogadio do Facebook

quinta-feira, 5 de maio de 2011





El periodico digital EL WEBGUERRILLERO es un medio para la comunicación y el debate de la izquierda anticapitalista, ecologista y solcialista global del siglo XXI, plural y diversa. Nuestro medio tambien se define como revolucionaria, internacionalista y feminista.



Se opone al sexismo, al racismo y a la homofobia.



Pero EL WEBGUERRILLERO no se identifica en particular con ninguna de las diversas corrientes ideológicas que conforman la amplia esfera del movimiento anticapitalista, ecologista o socialista.



Nuestro equipo está compuesto por personas que, como tales, tenemos cada uno/a de nosotros/as nuestra visión del anticapitalismo, ecologismo o sociallismo.



Nuestro periódico digital es único y tratamos a todos los sectores ideológicos del anticapitalismo, ecologismo y socialismo ( los anarquistas, los trotskistas, los estalinistas, los maoistas, etc. ) con el mismo respeto !!!Somos un medio de información alternativa donde los grupos sociales, los partidos políticos, y las personas identificadas con la izquierda anticapitalista, ecologista y solcialista sean de donde sean, defienda la orientación ideológica que defiendan, seran bienvenido de publicar sus artículos y volcar sus opiniones y debates en plena libertad, sin censuras, para que, entre todos, avancemos hacia aquello que nos une, y dejemos atrás aquello que nos divide.Ese es el fundamento ideológico del periodico digital EL WEBGUERRILLERO y nuestra política editorial.Quien no esta de acuerdo con este modo de funcionar, esta en todo su derecho de no leer, no publicar o no volver a tener el menor contacto o relación con nuestro periodico digital. EL WEBGUERRILLERO no obliga a nadie a leer o participar en sus páginas. Que, en definitiva,


EL WEBGUERRILLERO no se vende, tampoco a ningún dogma ideológico.


Seguiremos adelante con nuestra lucha por la libertad de expresión, pase lo que pase.!!!








QUE VIVA LA LIBERTAD DE EXPRESIÓN !!! Equipo del periódico digital EL WEBGUERRILLERO

terça-feira, 3 de maio de 2011

A Segunda Morte de Gerónimo e Sitting Bull"! Incompl.





Verdadeiramente espantoso o modo como os Estados Unidos não aprendem com a História! Depois do genocídio dos povos índios sobre o qual assenta a sua identidade individual e colectiva, permitiram-se trazer para a actualidade, devidamente revestido de novas roupagens, esse criminoso acto fundador, confundindo, com a cumplicidade do mundo civilizado a que definitivamente essa pobre desculpa para um país não pertence, Justiça com vingança pura e simples e assassínio com política.


quarta-feira, 20 de abril de 2011

A liberdade é uma coisa cada vez mais virtual

[Do Facebook"


Freedom House ha pubblicato il rapporto Freedom on the Net 2011, che illustra lo stato della libertà di espressione in rete a livello globale. Le conclusioni non sono molto diverse da quelle ottenute da Reporters Without Borders nelle ultime due edizioni: «un crescente numero di governi si sta indirizzando verso la regolamentazione o la restrizione della libera circolazione dell’informazione in rete»



Negli stati autoritari, che «stanno bloccando e filtrando in maniera crescente siti associati all’opposizione politica», «obbligando i proprietari di siti a rimuovere contenuti politicamente e socialmente controversi» e «arrestando blogger e utenti che postino informazioni contrarie al punto di vista del governo». Ma anche in paesi più democratici, dove «molestie legali, procedure censorie opache e una maggiore sorveglianza» mettono sempre più a rischio la libera espressione.




Insomma, la tendenza è l’aumento del blocco di contenuti politici (in 15 paesi sui 37 esaminati), e in modo tutt’altro che trasparente; l’intensificazione di cyberattacchi contro i dissidenti;l’aumento dell’intervento statale per rallentare o bloccare l’accesso alla rete, specie nei momenti di sollevazione e rivolta politica.



Questa la mappa dei paesi coinvolti e il loro grado di libertà secondo l’indice di Freedom House:



domingo, 10 de abril de 2011

"Não Aos câes de Guerra!"



“No pediremos perdón por el ataque.


No nos compete a nosotros mejorar la comunicación con los rebeldes.” -Russell Harding, vicecomandante de la OTAN-


Parece que lo de Libia se complica, por la falta de colaboración tanto de los rebeldes como de Gadafi. Los primeros, porque no son la infantería que la OTAN esperaba para seguir sobre tierra el camino que abriesen desde el aire. Ponen mucha voluntad y celebran con entusiasmo las victorias, pero son incapaces de aguantar una plaza conquistada más de una tarde. Y encima, no desaparece el recelo sobre quiénes son los llamados rebeldes.


En cuanto a Gadafi, tampoco está ayudando mucho al éxito de la misión.


Se queja la OTAN de que el libio coloca sus tanques en zonas pobladas, en vez de alinearlos en el desierto para que los aviones puedan practicar el tiro al blanco a placer.


No sabemos si los rebeldes están arrepentidos de haber llamado a la OTAN, pero sí declaran ya su decepción.


Ni les dan las armas esperadas, ni les despejan el terreno lo suficiente, y encima están negociando con el dictador bajo la mesa. Además, la operación no ha puesto fin a los ataques de los leales a Gadafi.


Y para rematar, el fuego amigo, pues distinguir desde el aire a los buenos de los malos siempre es complicado, y pasa lo que pasa.En lo único que se han dado prisa los atacantes extranjeros es en organizar la salida de petróleo de la zona oriental. Oficialmente es para garantizar ingresos a los rebeldes, pero nadie explica cómo se va a comercializar.


Ahora se entiende que se dieran tanta prisa en reconocer a los rebeldes como representantes legítimos de Libia, para evitar la irregularidad que supondría disponer de los recursos de un país soberano.No sabemos cómo saldrá la OTAN de este callejón sin salida.


Tampoco sabemos si Gadafi caerá, le facilitarán una salida digna o le permitirán seguir en el poder, aunque sea con medio país. Por ahora, lo único cierto es que los rebeldes no van a ganar, no como esperaban. Si Gadafi sigue, ellos pierden. Pero si el dictador es expulsado, o si el país se divide y se quedan con la zona oriental, no será por méritos propios sino por la ayuda extranjera, y estarán en deuda con sus salvadores.


Y tengan por seguro que se cobrarán la deuda.Por: Isaac Rosa [no Facebook]


[Imagem ilustrativa "gentilmente cedida" por charroquedaprofundura-dot-blogspot-dot-com]

terça-feira, 5 de abril de 2011

Martin Luther King "I have a dream"

El asesinato de Martin Luther King (4-4-1968) fue un acto de terrorismo de Estado, ejecutado por los servicios secretos de los Estados Unidos, encabezados por J Edgar Hober. King fue una víctima más de la brutal purga de opositores que el régimen capitalista yanqui práctico durante los años 60 (Malcom X, líderes de los Panteras Negras, etc.)Martin Luther King destacó, además de por su lucha contra la disgregación racial, por su ferrea oposición a la guerra de Vietnan y su apoyo a las luchas de los trabajadores (negros y blancos), por sus derechos laborales.La enorme influencia que estaba ejerciendo el Dr. King entre las masas trabajadoras, era algo que la oligarquía gobernante en Estados Unidos no podía permitir. Como dijo un íntimo amigo suyo "King estaba organizando la campaña de la gente pobre y eso era algo que no podían permitir". [Do Facebook enviado por Luisana Medina]

quinta-feira, 31 de março de 2011

Recetas para asesinar mediáticamente a un líder antiimperialista

A propósito de la virulenta campaña desencadenada en contra de Hugo Chávez durante su visita a la Argentina nos ha parecido oportuno publicar este incisivo análisis del filósofo y semiólogo mexicano Fernando Buen Abad Domínguez sobre las agresiones perpetradas en contra de líder bolivariano por parte de la “prensa seria e independiente” de todo el mundo.

Una ofensiva que reproduce similares campañas del terror con las cuales en el pasado se pretendió aplacar el impulso contestatario de las masas populares en América Latina y en el Caribe y crear las condiciones para un escarmiento reparador de tamaña osadía a cargo de los militares entrenados en esa gran cuna de libertades civiles y democráticas que es la Escuela de las Américas, cuyos siniestros influjos para nada preocupan a los oligopolios mediáticos de todo el mundo.


La izquierda de nuestro continente debería tomar adecuada nota de uno de los axiomas cruciales del pensamiento militar y estratégico estadounidense que dice que “en el mundo actual la guerra de contra insurgencia se libra en los medios de comunicación.”

Fue por eso que Fidel nos convocó a librar la “batalla de ideas”, aún antes de que los estrategas del Pentágono llegaran a aquella conclusión. Hemos reaccionado tardíamente a las indicaciones del Comandante, pero la grosería y desesperación de los poderes mediáticos, su inocultable ofuscación y los enormes esfuerzos y grandes sumas de dinero que están destinando para atacar a los principales exponentes de la izquierda latinoamericana revelan que las cosas están cambiando.


Su otrora omnímoda capacidad de deformar y manipular la conciencia pública tropieza en la actualidad con crecientes obstáculos; esta frustración está en la base de las cada vez más descaradas mentiras e incontenible agresividad descerrajada en estos días en contra del presidente Hugo Chávez.


Ofensivas digitales para incriminar, calumniar y desmoralizar...Violencia Semiótica contra Hugo ChávezFernando Buen Abad DomínguezRebelión/Universidad de la Filosofía Manipulan videos, manipulan dibujos, manipulan fotografías... para ridiculizar, descalificar y criminalizar.

Es difícil calcular el número de imágenes (visuales, sonoras o literarias), que circulan por todas partes, para ridiculizar la jerarquía política, la autoridad moral y el aliento revolucionario del presidente de Venezuela. No caeremos aquí en la trampa de reproducir alguna de esas imágenes pero tampoco caeremos en la trampa de guardar silencio ni escaparemos a la responsabilidad de dar la batalla semiótica que nos toca en el escenario mundial de Guerra Simbólica.


En última instancia no tendremos miedo de denunciar... (con miedosos ya están plagadas muchas ...(clic abajo para continuar) universidades, casi todas las sectas y muchas burocracias). ¿Suena esto a bravuconada?, ¿A belicismo?, ¿Suena, acaso, a “poco científico”?,

¿Suena a poco serio?.

Veamos.

El repertorio de las agresiones simbólicas contra el presidente Hugo Chávez, obedece a los protocolos ideológicos más ortodoxos de la “Guerra de IV Generación”. Se trata de perpetrar un crimen que, al ridiculizar u ofender al presidente de la nación, atenta contra la voluntad democrática de un pueblo. Y viceversa. Golpe bajo con las intenciones más perversas. Algunos dirán que es cosa del “sentido del humor”, otros dirán que “ejercen su libertad de expresión”, algunos más dirán que se trata de una “forma didáctica” de ejercer la disidencia y la crítica...

Hay canallas “tecnificados” que usan computadoras, cámaras de video, fotografías... los hay que ponen cámaras escondidas, micrófonos y dispositivos para la intercepción de correos electrónicos. No faltan los que espían los ordenadores e incluso los que espían e intervienen los “mail” y los “chats”.


Cualquier cosa les sirve para sembrar focos de violencia simbólica cuyo objetivo sea “quemar”, ridiculizado, a un mandatario democrático en hoguera de la manipulación tecnológica y la “plaza pública” del espionaje.


Incluso de lo más privado.

Las imágenes manipuladas son un relato claro de las perversiones que anidan en las mentes de quienes financian y/o realizan iconografías para la ofensiva oligarca.

Muchos están altamente tecnificados y consiguen piezas cargadas con volúmenes inexpugnables de violencia psíquica. Usan cualquier escena, de la vida real, de la intimidad, del espacio público...

nada detiene a los fines aviesos. Basta con que la imagen ofrezca un flanco, un gesto, una debilidad... una intimidad, para que se lo use como arma descalificadora, ridiculizante y desmoralizante. Se subordina la tecnología al goce de la degeneración y emerge de semejante coctel una galería monstruosa de iconos o animaciones constitutivos de un arsenal de ideas y gráficas explícitamente terroristas.

Muchos se hacen cómplices simplemente con las risotadas soeces. Hacen reinar la mentira. Así se empieza.Hasta hoy, para los nada escrupulosos espías financiados por oligarcas, vale oro -como receta bélica convencional- el golpe moral de someter a ridículo, exhibir como cadáver o mostrar en “actos impúdicos”... la imagen de un líder.

Si este es un líder transformador y revolucionario... les inspira mayores odios. Para ellos “todo vale” (menos los argumentos racionales, claro).


Para ellos toda desazón, todo descorazonamiento, todo miedo y toda duda son terreno codiciado. Su “Alma Mater” es el dinero y su fin último es desmovilizar al enemigo sin importar qué obscenidad haya que usar.

Hay ejemplos a raudales y se gasta, en ello, millonadas monstruosas.

El objetivo es sembrar el caos, sustituir los valores, obligar a creer en lo falso.

Representar una tragedia, la muerte, lo irreversible... y destruir la moral y la conciencia del otro. Especialmente si es socialista.Se trata de mancillar la imagen del líder, se trata de quebrar la dirección, se trata de quitar las ganas y degenerar los procesos revolucionarios que se desarrollan en el interior de la lucha de clases.


Todo sirve para semejante inmundicia: Literatura, cine, teatro... televisión...


Todos sometidos para que reflejen y ensalcen los intereses más bajos, más retrógrados. Se trata de sembrar e inculcar, en la conciencia colectiva, el miedo, el desconcierto, las dudas, la desconfianza y la sorna con tufo de violencia, sadismo y traición.


En concreto: cualquier tipo de inmoralidad.


Su idea es sembrar el mundo con caos y confusión y que eso que parezca un “paraíso” donde la violencia contra los pueblos sea activa y constante, déspota, corrupta... domine la falta total de principios, la muerte de la honradez y la honestidad que serán ridiculizadas, innecesarias y convertidas en causa de represión.

Mundo donde reina el descaro, la insolencia, el engaño y la mentira... la sangre todo lo envuelve, las degeneraciones sexuales se naturalizan con tufos de alcoholismo, drogadicción, miedo irracional, traición, fascismo y enemistad entre los pueblos, desconfianza entre las personas y sobre todo el reino del odio cultivado pertinazmente.


A Hugo Chávez se lo agrede inmisericordemente desde cualquier posición.


No importa si son locutores, lectores de noticias, sacerdotes o catedráticos.


Abren la boca preñada con odio para ridiculizar, por ejemplo, con tonitos sarcásticos... para manipular fotografías, videos o audio... para calumniarlo, desacreditarlo y sentenciarlo a convertirse en “desecho de la historia” producto (según no pocas mentes homicidas) de alguna bala o algún recurso como los que, incluso por televisión, se le han vaticinado.


Todo queda en la impunidad. En sus intenciones más abyectas los manipuladores de imágenes y sonidos (de imaginarios incluso magnicidas) ponen por “target” a los jóvenes para corromperlos, desmoralizarlos y pervertirlos.


Ya hay videojuegos al respecto.


Podríamos formar un expediente del horror inmenso si juntásemos, sólo, en una casuística latinoamericana todas las formas de agresión simbólica contra Hugo Chávez que se publican a diario.


Todas las risitas mañaneras de los lebreles periodísticos, todas las noticias deformadas para exhibirlo como “ineficiente”, “autoritario”, “dictador” y “comunista”•

A propósito de la virulenta campaña desencadenada en contra de Hugo Chávez durante su visita a la Argentina nos ha parecido oportuno publicar este incisivo análisis del filósofo y semiólogo mexicano Fernando Buen Abad Domínguez sobre las agresiones perpetradas en contra de líder bolivariano por parte de la “prensa seria e independiente” de todo el mundo.


Una ofensiva que reproduce similares campañas del terror con las cuales en el pasado se pretendió aplacar el impulso contestatario de las masas populares en América Latina y en el Caribe y crear las condiciones para un escarmiento reparador de tamaña osadía a cargo de los militares entrenados en esa gran cuna de libertades civiles y democráticas que es la Escuela de las Américas, cuyos siniestros influjos para nada preocupan a los oligopolios mediáticos de todo el mundo.

La izquierda de nuestro continente debería tomar adecuada nota de uno de los axiomas cruciales del pensamiento militar y estratégico estadounidense que dice que “en el mundo actual la guerra de contra insurgencia se libra en los medios de comunicación.

Fue por eso que Fidel nos convocó a librar la “batalla de ideas”, aún antes de que los estrategas del Pentágono llegaran a aquella conclusión.

Hemos reaccionado tardíamente a las indicaciones del Comandante, pero la grosería y desesperación de los poderes mediáticos, su inocultable ofuscación y los enormes esfuerzos y grandes sumas de dinero que están destinando para atacar a los principales exponentes de la izquierda latinoamericana revelan que las cosas están cambiando.

Su otrora omnímoda capacidad de deformar y manipular la conciencia pública tropieza en la actualidad con crecientes obstáculos; esta frustración está en la base de las cada vez más descaradas mentiras e incontenible agresividad descerrajada en estos días en contra del presidente Hugo Chávez.


Ofensivas digitales para incriminar, calumniar y desmoralizar...

Violencia Semiótica contra Hugo Chávez Fernando Buen Abad Domínguez Rebelión/Universidad de la Filosofía Manipulan videos, manipulan dibujos, manipulan fotografías... para ridiculizar, descalificar y criminalizar.


Es difícil calcular el número de imágenes (visuales, sonoras o literarias), que circulan por todas partes, para ridiculizar la jerarquía política, la autoridad moral y el aliento revolucionario del presidente de Venezuela.


No caeremos aquí en la trampa de reproducir alguna de esas imágenes pero tampoco caeremos en la trampa de guardar silencio ni escaparemos a la responsabilidad de dar la batalla semiótica que nos toca en el escenario mundial de Guerra Simbólica.


En última instancia no tendremos miedo de denunciar... (con miedosos ya están plagadas muchas ...(clic abajo para continuar) universidades, casi todas las sectas y muchas burocracias). ¿Suena esto a bravuconada?, ¿A belicismo?, ¿Suena, acaso, a “poco científico”?, ¿Suena a poco serio?. Veamos.El repertorio de las agresiones simbólicas contra el presidente Hugo Chávez, obedece a los protocolos ideológicos más ortodoxos de la “Guerra de IV Generación”.


Se trata de perpetrar un crimen que, al ridiculizar u ofender al presidente de la nación, atenta contra la voluntad democrática de un pueblo. Y viceversa. Golpe bajo con las intenciones más perversas. Algunos dirán que es cosa del “sentido del humor”, otros dirán que “ejercen su libertad de expresión”, algunos más dirán que se trata de una “forma didáctica” de ejercer la disidencia y la crítica... Hay canallas “tecnificados” que usan computadoras, cámaras de video, fotografías... los hay que ponen cámaras escondidas, micrófonos y dispositivos para la intercepción de correos electrónicos.


No faltan los que espían los ordenadores e incluso los que espían e intervienen los “mail” y los “chats”. Cualquier cosa les sirve para sembrar focos de violencia simbólica cuyo objetivo sea “quemar”, ridiculizado, a un mandatario democrático en hoguera de la manipulación tecnológica y la “plaza pública” del espionaje. Incluso de lo más privado.


Las imágenes manipuladas son un relato claro de las perversiones que anidan en las mentes de quienes financian y/o realizan iconografías para la ofensiva oligarca.


Muchos están altamente tecnificados y consiguen piezas cargadas con volúmenes inexpugnables de violencia psíquica. Usan cualquier escena, de la vida real, de la intimidad, del espacio público... nada detiene a los fines aviesos.


Basta con que la imagen ofrezca un flanco, un gesto, una debilidad... una intimidad, para que se lo use como arma descalificadora, ridiculizante y desmoralizante.


Se subordina la tecnología al goce de la degeneración y emerge de semejante coctel una galería monstruosa de iconos o animaciones constitutivos de un arsenal de ideas y gráficas explícitamente terroristas. Muchos se hacen cómplices simplemente con las risotadas soeces. Hacen reinar la mentira.


Así se empieza.


Hasta hoy, para los nada escrupulosos espías financiados por oligarcas, vale oro -como receta bélica convencional- el golpe moral de someter a ridículo, exhibir como cadáver o mostrar en “actos impúdicos”... la imagen de un líder. Si este es un líder transformador y revolucionario... les inspira mayores odios.

Para ellos “todo vale” (menos los argumentos racionales, claro).

Para ellos toda desazón, todo descorazonamiento, todo miedo y toda duda son terreno codiciado.

Su “Alma Mater” es el dinero y su fin último es desmovilizar al enemigo sin importar qué obscenidad haya que usar. Hay ejemplos a raudales y se gasta, en ello, millonadas monstruosas.

El objetivo es sembrar el caos, sustituir los valores, obligar a creer en lo falso. Representar una tragedia, la muerte, lo irreversible... y destruir la moral y la conciencia del otro. Especialmente si es socialista.Se trata de mancillar la imagen del líder, se trata de quebrar la dirección, se trata de quitar las ganas y degenerar los procesos revolucionarios que se desarrollan en el interior de la lucha de clases. Todo sirve para semejante inmundicia:


Literatura, cine, teatro... televisión... todos sometidos para que reflejen y ensalcen los intereses más bajos, más retrógrados.

Se trata de sembrar e inculcar, en la conciencia colectiva, el miedo, el desconcierto, las dudas, la desconfianza y la sorna con tufo de violencia, sadismo y traición. En concreto: cualquier tipo de inmoralidad.Su idea es sembrar el mundo con caos y confusión y que eso que parezca un “paraíso” donde la violencia contra los pueblos sea activa y constante, déspota, corrupta... domine la falta total de principios, la muerte de la honradez y la honestidad que serán ridiculizadas, innecesarias y convertidas en causa de represión.

Mundo donde reina el descaro, la insolencia, el engaño y la mentira... la sangre todo lo envuelve, las degeneraciones sexuales se naturalizan con tufos de alcoholismo, drogadicción, miedo irracional, traición, fascismo y enemistad entre los pueblos, desconfianza entre las personas y sobre todo el reino del odio cultivado pertinazmente.

A Hugo Chávez se lo agrede inmisericordemente desde cualquier posición. No importa si son locutores, lectores de noticias, sacerdotes o catedráticos.


Abren la boca preñada con odio para ridiculizar, por ejemplo, con tonitos sarcásticos... para manipular fotografías, videos o audio... para calumniarlo, desacreditarlo y sentenciarlo a convertirse en “desecho de la historia” producto (según no pocas mentes homicidas) de alguna bala o algún recurso como los que, incluso por televisión, se le han vaticinado. Todo queda en la impunidad. En sus intenciones más abyectas los manipuladores de imágenes y sonidos (de imaginarios incluso magnicidas) ponen por “target” a los jóvenes para corromperlos, desmoralizarlos y pervertirlos.

Ya hay videojuegos al respecto.


Podríamos formar un expediente del horror inmenso si juntásemos, sólo, en una casuística latinoamericana todas las formas de agresión simbólica contra Hugo Chávez que se publican a diario. Todas las risitas mañaneras de los lebreles periodísticos, todas las noticias deformadas para exhibirlo como “ineficiente”, “autoritario”, “dictador” y “comunista”.


Todas las fotografías, los “pies de fotos”, los videos y las pistas de sonido, prefabricadas para que se vea lo “ intransigente”, lo “antidemocrático”, lo “amenazador” que es Chávez.


Podemos estudiarlo y debemos denunciarlo, a los cuatro vientos y a voz en cuello.


Debemos ejercitar la denuncia y entrenar la contraofensiva.


Debemos cumplir nuestras tareas, por razón de justicia y por el bien de todos... mientras echamos nuestras barbas a remojar porque todos podemos ser la próxima víctima. Sonrían, nos están filmando.as las fotografías, los “pies de fotos”, los videos y las pistas de sonido, prefabricadas para que se vea lo “ intransigente”, lo “antidemocrático”, lo “amenazador” que es Chávez..

Podemos estudiarlo y debemos denunciarlo, a los cuatro vientos y a voz en cuello. Debemos ejercitar la denuncia y entrenar la contraofensiva.


Debemos cumplir nuestras tareas, por razón de justicia y por el bien de todos... mientras echamos nuestras barbas a remojar porque todos podemos ser la próxima víctima.

Sonrían, nos están filmando.

[Victor López López no "Facebook".

segunda-feira, 28 de março de 2011


Retenho [e deixo registada] aqui uma frase da presidente da república do Brasil numa enterevista à SIC: "País rico é aquele onde não tem pobre".

Ao contrário dos em boa hora depostos "socialistas" portugueses que admitiam na prática, quanto mais não seja de forma implícita, a "normalidade" de haver "Desenvolvimento" e "progresso" com uma sociedade generalizadamente pauperizada e maciçamente sujeita à abjecção do dessemprego e da precariedade laboral, Dilma Rousseff mantém, nestas matérrias uma postura socialmente digna e decorosa que talvez explique por que motivo o Brasil caminha a passos seguros para a aquisição do estatuto de geo-potência emergente.

terça-feira, 15 de março de 2011

"Sobre Francisco Louçã e o BE" [Republicado do «Facebook»}


Notável a entrevista recente de Francisco Louçã ao "Público". DE vez em quando sabe bem ver alguém lúcido discorrer sobre a realidade que nos cerca e que, depois de a [não!] vermos retratada noutros discursos nos parece já nem sermos capazes de reconhecer.
Com Louçã, tudo faz sentido, tudo é cristalino e familiar. Não consigo deixar de pensar como gostaria de viver num Portugal onde Louçã dispusesse de algum efectivo poder e fosse ele quem viesse regularmente a público [e já não ocasionalmente ao "Público"] discorrer connosco sobre a nossa realidade colectiva comum. Posso discordar de alguns posicionamentos de Louçã e do Bloco mas não tenho reservas relativamente à qualidade do discurso de um como de outro, lamentando, apenas, enquanto homem de esquerda, alguma falta de organicidade no do BE ao qual faltará, a meu ver, residindo aí a sua possível maior debilidade, um núcleo ideológico discernível, uma teoria da realidade claramente identificável, ficando o partido muito refém da qualidade dos seus membros [que é, como digo, em geral muito alta] fenómeno que poderá estar na base de algumas confusões e discrepâncias de circunstância.
E não se trata apenas de Louçã: há Fernando Rosas, um académico [no melhor sentido do termo, note-se e sublinhe-se!] extremamente abalizado e consistente há uma série de outros militantes de muito boa qualidade como João Teixeira Lopes, que ainda hoje deu uma excelente entrevista à RTP [N] a que me refiro noutro ponto dos quais é muito difícil, em geral, discordar. . DEvo dizer, no entanto que aquela pecha da falta de uma ideologia estável de onde pudesse sair um teoria orgânica do real até nem tem, vendo bem as coisas, de ser necessariamente um mal.
A má qualidade , do que passa entre nós opor democracia e siastema democrático, com efeito, justifica a existência de instituições descentrais ao sistema operando como uma espécie de grande consciência crítica, designadamente ética do próprio siastema ainda que, nesse caso, me poareça que elas deviam sempre posicionar-se fora do sistema reflectindo-o e pensando-o numa perspectiva humanista e em geral ética que manifesta e demonstravelment lhe tem desde sempre faltado.
Pessoalmente e para terminar, não sendo eu bloquista, não tenho qualquer dúvida em afirmar que um governo de que fizessem parte Rosas ou Louçã, dispondo eles de algum poder real, repito,só poderia ser um governo da Inteligência e da Cultura, um governo como de 1975 para cá Portugal nunca conheceu....