
sábado, 6 de novembro de 2010
"La Mort sur L' Échafaud"

quarta-feira, 7 de abril de 2010
"Stopping by Woods on a Snowy Evening"

His house is in the village, though;
He will not see me stopping here
To watch his woods fill up with snow.
My little horse must think it queer
To stop without a farmhouse near
Between the woods and frozen lake
The darkest evening of the year.
He gives his harness bells a shake
To ask if there is some mistake.
The only other sound's the sweep
Of easy wind and downy flake.
The woods are lovely, dark and deep,
But I have promises to keep,
And miles to go before I sleep,
And miles to go before I sleep.
sábado, 27 de fevereiro de 2010
"«Febrero 89», canção por Julio Jorge Perez Venezuela, enviado por Luisana Medina"

arde el barrio a punto de estallar,
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
"Tu"

"A mar te"

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
"Le Déserteur" de Boris Vian

"«Al Olmo Seco» de António Machado"

terça-feira, 26 de janeiro de 2010
"Una Gaviota"
Um poema para o Haiti que uma Amiga sul-americana, Luisana Medina, acaba de me enviar e que, depois, de tê-lo já partilhado com a Amiga Ana da "Encosta do Mar", não resisto a divulgar aqui, no "Quisto":"Dios me bendice,
pues que me regala una tierra gentil
que nadie iguala
ni halle mejor en la extension remota
"Haiti, la llaman, es una gaviota,
es dulce, alegre, tibia, como un ala
inadvertida se vistio de gala
ante el caribe que su faz azota.
De malignas serpientes y alimañas
despejaron sus dioses las montañas
poblo la selva ibolele de trinos
Hoy como ayer deslumbra al navegante,
la que esperando al parecer amante,
extiende al mar dos brazos diamantinos.
Esther Maria Osses
Poesia en Limpio
NO ES EL INFIERNO, ES UNA GAVIOTA...
ESTA HERIDA....
Y SOLO LA CURAN LOS LATINOAMERICANOS!!!!!!!!!!
CONTINUEMOS AYUDANDO AL PUEBLO HAITIANO!!!!!!!!!!!!!!
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
"Consulta", soneto de Antero de Quental"

Talvez apenas textos [e um discurso] como aqueles que se seguem possam, com alguma possibilidade de êxito, definir o rumo exacto daquelas e definir para elas um sentido último, claro e minimamente consistente...
Com um sorriso mórbido, pungente,
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
"LA NOCHE DEL JABALÌ" [Republicado do «Facebook» onde mo enviou Luisiana Medina]"

Letra y Música Alí Primera.
Intérprete: Alí Primera
Descargar en .mp3 (16 Kbps - 648 KB)
Nota: el video no esta en you tube.
Apaga la radio compañera
hay tantas cosas para conversar
no preguntes cuántas veces por segundo
mueve las alas el colibrí
pregunta por ejemplo
¿qué estamos haciendo por Haití?
¿qué dónde queda?
diceses un lugar cercado por la noche
en el inmenso cobalto del Caribe
La noche en este caso
es la miseria,
es el hambre
es la palabra presa
es negar el camino a la inteligencia
es negar que el obrero
es un poeta
es negar que el obrero
es un poeta
¿Qué cuántos habitantes tiene?
los que le quedan después de tanta masacre
¿Que si luchan?
, además de sobrevivir
¿que si luchan?
Claro que sí, pequeño amor, claro que sí
Los patriotas haitianos
andan con luces y colores en las manos
y andan florecidos
como la tierra regada por lloviznas y por cantos
pero han luchado solos, compañera,
solos aunque andan florecidos como andan los hombres
cuando andan luchandohan luchado solos,
compañera hasta que nuestra conciencia dispare
en la lucha por liberar a Haití
hasta que el mundo se alce en una sola voz luminosa, solidaria
Y entre todos hagamos posible la mañana
que acabe para siempre con la noche del jabalí
con la noche del jabalí
Ahora, pongámonos en marcha
que la palabra sin los pasos es una palabra muerta
Y el tiempo nos dice: ¡avanza!
Alma profunda en llamas, ¡avanza!
Construyamos entre todos la mañana
que acabe para siemprecon la noche del jabalí
con la noche del jabalí
No permitamos que el futuro nos pregunte
¿Qué hicieron ustedes por Haití?
y respondamos bajando la cabeza
los hombres que cayeron
son el número exacto
de las veces que en un siglo
mueve las alas el colibrí
mueve las alas el colibrí
mueve las alas el colibrí
mueve las alas el colibrí
SOLIDARIDAD CON EL PUEBLO HAITIANO, QUE NO HA PARADO DE SUFRIR!!!!!!
sábado, 24 de outubro de 2009
"O «Zé» Gomes Ferreira"

terça-feira, 13 de outubro de 2009
"«Ar-Visão» de Kafka, uma «leitura/ção» pessoal" [T.i.P., text in Progress]
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
"Quem é?"

sábado, 3 de outubro de 2009
"Soneto à filha Violante, de Eugénio de Castro" [T.i.P., text in progress]
Reservo este espaço do "Diário" que aqui venho mantendo para uma confissão que francamente já me tem causado alguns razoáveis embaraços em público.e vem logo direita à minha cama;
sacode-me com jeito, por mim chama
e abre-me os olhos com os seus dedinhos.
Estremunhado, zango-me. - "Beijinhos,
não quer beijinhos?" - com voz de ouro exclama.
Da minha ira empalidece a chama,
e, acarinhando-a, pago os seus carinhos.
Senhor! Que amor de filha tu me deste!
Dá-lhe um caminho brando e sem abrolhos,
dá-lhe a Virtude por amparo e guia!
e destina também, ó Pai celeste,
que a mão com que ela agora me abre os olhos,
seja a que há-de fecharmos algum dia!
"Hilaire Belloc, «Tarantella»"

And the cheers and the jeers of the young muleteers
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
"Tanatopia e pensar tanatópico nacional" [T.i.P, text in Progress]
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
"«Esparsa»" de D. João Manuel"

"A Democracia Segundo Rimbaud/Cesariny"

Jean Arthur Rimbaud, “Democracia” (in “Iluminações”, trad. port. Mário Cesariny)
[Imagem extraída com a devida vénia de the400blows]
"Pessoas Como O Pessoa Não Podiam Faltar Aqui..."

[REFLEXÃO IDENTITÁRIA/A QUESTÃO HETERONÍMICA]
“O BOM PORTUGUÊS É VÁRIAS PESSOAS”
Não sei quem sou, que alma tenho.
Quando falo com sinceridade não sei com que sinceridade falo. Enlevam-me ânsias que repudio. A minha perpétua atenção sobre mim perpetuamente me aponta traições de alma a um carácter que talvez eu não tenha, nem ela julga que eu tenho.
Sinto-me múltiplo. Sou como um quarto com inúmeros espelhos fantásticos que torcem para reflexões falsas uma única anterior realidade que não está em nenhuma e está em todas.
Como o panteísta se sente árvore e até flor, eu sinto-me vários seres. Sinto-me viver vidas alheias, em mim, incompletamente, como se o meu ser participasse de todos os homens, incompletamente de cada, por uma suma de não-eus sintetizados num eu postiço [...]
[Eu] plural como o universo.
Fernando Pessoa
[Imagem extraída com a devida vénia de rosamuraro.zip.net]
"«Le Cancre/O Cábula», de Jacques Prévert"


Um maravilhoso instante de pura e poética rebeldia (a fazer lembrar Jean Vigo e o seu genial "Zero de Conduite" mas um Jean Vigo para cuja amargura algo da poesia do Cinema de um Renoir, de um Tati ou mesmo de um Albert Lamorisse tivesse já substantivamente perpassado) transformando o que era, na origem, inquietação e amargura num empolgante momento de libertação sensorial (e, por isso, de algum modo, mais extrema e mais subversiva---ou simplesmente mais pura, mais instintiva e total. Mais pura porque instintiva e, assim, 'total').
LE CANCRE
[Na imagem: Fotogramas de "Zéro de Conduite" de Jean Vigo e "Le Balon Rouge" de Albert Lamorisse]